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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Você escolhe ou é escolhido?

Que a vida é feita de escolhas, não resta dúvida. Escolhemos a todo o momento, seja consciente ou inconscientemente. Inclusive, até a decisão, também consciente ou não, de não escolher, é uma escolha. E algumas vezes, uma das mais perigosas!

Acontece que, por falta de autoconhecimento ou até mesmo por medo de descobrir que o momento é de espera e de não saber lidar com a ansiedade que esta expectativa provoca, muitas pessoas se deixam escolher e depois simplesmente se lamentam pelas conseqüências, como se nada pudessem ter feito.

Quando se trata de relacionamentos amorosos, a preferência por se deixar escolher é mais frequente do que imaginamos. Talvez seja a razão por que tantas pessoas se dão conta, depois de algum tempo, do quanto poderiam ter evitado algumas catástrofes emocionais, se tivessem sido mais imperativos no momento da escolha, se tivessem dado ouvidos à sua intuição ou aos sinais que a vida mandou... Porque ela sempre manda!

Sim, é verdade que existe um dito popular avisando que quem muito escolhe acaba escolhido. Entretanto, o lembrete serve para nos alertar sobre o excesso de críticas, o orgulho exagerado ou a análise que paralisa, que impede a tomada de decisão.

Ou seja, o ideal é aprender a calibrar o coração para que não haja nem negligência no ato de decidir se é hora de exercitar o amor ou de esperar, nem um medo sem sentido de tentar de novo. Pessoas carentes demais, que aceitam qualquer relacionamento para aplacar seu pavor de ficar só e ter de encarar a si mesmo e suas limitações, certamente, vão terminar e começar relações sem se questionarem qual o aprendizado, qual o amadurecimento para um futuro encontro que seja mais satisfatório e harmonioso.

Por outro lado, pessoas críticas demais, orgulhosas demais ou que morrem de medo de se entregar a uma relação e vir a sofrer, também pagarão um preço alto, muitas vezes amargando a solidão e se privando da alegria e do privilégio de vivenciar o amor.

Minha sugestão é para que você, em primeiro lugar, tenha muito claro para si o que realmente deseja viver quando o assunto é amor. O que tem para oferecer? Quanto se sente preparado para lidar com as dificuldades que vêm à tona num relacionamento, sejam elas ciúme, insegurança, falta de auto-estima, ausência do outro, diferenças de ritmo, etc.? Quanto já aprimorou sua habilidade de se comunicar, de falar sobre o que sente, o que quer e, principalmente, de ouvir o outro e tentar uma conciliação sempre que necessário?

Depois, com um mínimo de autoconhecimento, sugiro que você se questione e reflita sobre sua noção de merecimento e crenças. Quanto você realmente acredita que merece viver um amor baseado na confiança, na lealdade e na intensidade? Quanto você realmente acredita que possa existir um amor assim? Pode apostar: se você não acredita nesta possibilidade, dificilmente vai viver uma relação que valha a pena, simplesmente porque esta opção não faz parte do seu universo, do seu campo de visão.

E, por último, mais do que ansioso ou distraído, mantenha-se tranqüilo e seguro de que o amor acontecerá no momento certo. Nem antes e nem depois. Não é preciso que você busque desesperadamente. Apenas viva a partir do que existe de melhor em você e permaneça presente, atento ao que acontece ao seu redor. E todo o universo estará conspirando a seu favor, porque, afinal de contas, nascemos para amar e sermos amados.

Sabe por que você sofre por amor?

Melhor dizendo, sabe por que você, eu e todas as pessoas do mundo sofremos, por qualquer que seja o motivo? Porque resistimos, rebelamo-nos e travamos uma luta contra o que está acontecendo e que não tem nos agradado!

Ou seja, não aceitamos a vida como ela está se mostrando num determinado momento. Não aceitamos o fluxo e passamos a investir pensamentos, sentimentos e emoções, e muitas vezes também palavras e ações, pra revelar nossa imensa indignação diante do acontecimento que está em desacordo com a nossa vontade.

E você poderia se justificar dizendo que faz isso porque não é acomodado, porque luta por aquilo que quer e porque acredita que quem não faz nada para mudar o que não está bom, é covarde, derrotado e fraco.

Compreendo seu ponto de vista e tenho certeza de que parte do seu argumento faz sentido. Mas explico: existe uma enorme diferença entre fazer o seu melhor e tentar tudo o que for possível (sem desrespeitar o limite do outro, claro!) para conseguir o que deseja e... não saber reconhecer a hora de parar e confiar no Universo, a hora de deixar a vida rolar...

Porque, no final das contas, é isso que se chama FÉ! Ou seja, confiar, entregar-se ao ritmo da vida sem ficar contestando, brigando, resistindo, tentando se convencer ou convencer o outro de que as coisas deveriam ser diferentes! Não deveriam!!! Se devessem, simplesmente seriam diferentes!

O fato é que nem você e nem ninguém tem controle sobre o mundo, sobre outra pessoa e, muitas vezes, nem sobre a própria vida. Nosso controle é parcial, é limitado, vai somente até onde estamos conscientes; e, acredite: a grande maioria de nós está bem pouco consciente diante de tudo o que existe ao nosso redor!

Podemos decidir muitas coisas, podemos e devemos fazer escolhas a todo momento, mas tudo isso tem influência sobre os resultados até certo ponto. Somos apenas uma pequena parte do todo e, por isso, vivemos também sob a influência do imponderável, do inexplicável, do invisível e até do impensável. Ou seja, vivemos sob as demandas do incontrolável.

E isso significa dizer que, muitas vezes, depois de já ter tentado tudo o que podia, depois de ter feito o melhor que conseguia, não haverá mais nada que você possa fazer para mudar uma situação senão aceitá-la exatamente como ela é, senão confiar na sabedoria da vida e acreditar que o que tiver de ser, será! Que o melhor pode estar por vir se você realmente estiver disposto a aprender, a não repetir os mesmos erros e a, sobretudo, se perdoar pelo que não conseguiu acertar desta vez!

E quando você consegue fazer isso, quando consegue respirar fundo e simplesmente confiar, é inacreditável como você relaxa e tudo começa a fazer mais sentido, tudo começa a ficar mais fácil do que tem sido... Ou seja, o sofrimento começa a diminuir, a dor começa a passar e você termina descobrindo que nada é por acaso mesmo!

Especialmente quando o assunto é dor de amor, sofrimento por alguma frustração ou desilusão amorosa, a gente costuma acreditar que nunca vai passar, ou que vai demorar mais do que podemos suportar, ou ainda que as consequências serão desastrosas, como nunca mais confiar em ninguém, nunca mais se entregar ou nunca mais sequer se relacionar.

Mas embora o tempo tenha seus segredos e poderes, há algo que você pode fazer agora para diminuir seu sofrimento, pra sentir essa dor sumir pouco a pouco. E isso é aceitar, confiar, entregar-se ao ritmo da vida, deixar-se levar com o fluxo do Universo e viver um dia de cada vez, sem fazer tantos planos, sem investir tantos pensamentos e tanta energia nesse acontecimento com o qual você não concorda! Apenas o agora, apenas este momento. E verá, surpreendido, que é bem mais fácil viver quando a gente para de brigar e simplesmente acredita que, ao fazer o nosso melhor, o que tiver de ser nosso, será – mais cedo ou mais tarde!

Por que buscamos tanto as tais dicas de relacionamento?

Outro dia, conversando com um grupo de amigas, disse que acreditava que nossos relacionamentos poderiam ser muito mais maduros e nós sofreríamos muito menos se aprendêssemos, desde cedo, não só em casa, mas também na escola, a como criar dinâmicas e comportamentos mais coerentes e mais conscientes.

Imediatamente, fui criticada. A autora da crítica argumentou que sentimentos não podem ser ensinados e que o amor perderia a graça se fosse teorizado numa disciplina escolar. Tentei explicar: não se trata de ensinar sentimentos, mas, sim, de usar toda a história da humanidade para compreendê-los, para perceber e admitir nossas crenças limitantes, além de valores e éticas que têm a ver com a nossa cultura, mas que nem sempre são compatíveis com o que desejamos para nossas vidas. Enfim, uma disciplina, sim, mas não para ensinar amor, já que este é um sentimento inato. Uma disciplina com dicas de relacionamento, falando no popular.

Claro que seria embasado em pesquisas e estatísticas, bem como nas culturas e em diversos autores e estudiosos no assunto, afinal, não podemos aprender nada consistente que seja à base de achismos. Embora devamos admitir que o conhecimento de cada um, bem como suas experiências, podem contribuir significativamente para o crescimento de todos.

Mas o fato é que cada vez mais essa idéia me fica reforçada. Basta observarmos como temos necessidade de buscar as tais dicas de relacionamentos. Claro! Muito natural! E muito bom que façamos isso, inclusive! Felizmente, temos sede de evolução, amadurecimento e felicidade! O que seria de nossa inteligência afetiva se não fossem as pessoas interessadas em compreender o complexo universo humano e, especialmente, dos sentimentos e das relações? Por isso, parabéns a quem não desiste, apesar das críticas! Apesar dos céticos...

A razão de, muitas vezes, nos sentirmos tão perdidos e confusos nos relacionamentos, nos amorosos principalmente, é que pouquíssimos receberam um norte, uma direção. A maioria nunca ouviu falar sobre como lidar com sentimentos como ciúme e insegurança de um modo saudável! Pelo contrário, nos ensinaram que o certo é fazer joguinho em vez de falar clara e objetivamente sobre os sentimentos. Disseram que era melhor fingir, fazer o estilo não tô nem aí, do que expressar os verdadeiros desejos.

Sexualmente, então, o que ouvimos de bobagem ao longo da vida e até aprender, a duras penas, quem somos e o que realmente queremos, não é brincadeira! Quebramos a cara inúmeras vezes, desperdiçamos prazeres e carinhos aos montes. Enfim, ainda hoje cometemos erros primários porque estamos todos enredados na mesma armadilha!

Na tentativa de acertar e ser feliz, é claro que vamos errar sempre. Somos humanos. Somos imperfeitos. Estamos todos em processo de evolução. Mas, certamente seria bem mais fácil se aprendêssemos de uma vez por todas que o melhor é –em qualquer circunstância– sermos coerentes com o que pensamos, sentimos e fazemos. Numa simples discussão, por exemplo, se falássemos exatamente o que estamos sentindo, evitaríamos transtornos, desgastes e tristezas desnecessárias. Mas o problema é que algumas pessoas nem sabem identificar o que estão sentindo...

Por fim, deixaríamos de implorar amor, de nos sentirmos tão reféns do outro, de acreditar que temos controle total sobre os acontecimentos. Viveríamos mais espontaneamente. Aceitaríamos mais os não, sabendo que não querer é um direito do outro e não um castigo pessoal. Confiaríamos mais no fluxo da vida. Perceberíamos mais o poder do tempo e como tudo vai se encaixando quando temos paciência e sabedoria para esperar, para não forçar.

Essas e outras serão as dicas de relacionamento que eu darei assim que conseguir aprovar uma disciplina chamada AMOR nas escolas e universidades. Porque mesmo sem saber se um dia isso vai acontecer, ainda aposto que poderíamos ser bem mais felizes se admitíssemos que não basta amar, é preciso saber como transformar esse lindo sentimento em atitudes efetivas, consistentes e construtivas!


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Traição, Perdão e outras Reflexões...

O dito popular afirma: quem nunca foi, está sendo ou um dia será! Mas eu, particularmente, não considero a traição tão inevitável assim! Além do mais, como se trata de uma situação que não depende de nosso controle, melhor mesmo é se concentrar em possibilidades pessoais.

E tem mais: antes de entrar na grande questão, sobre perdoar ou não perdoar, vale esclarecer melhor o conceito. Trair é, por definição, enganar o outro. Ou seja, é fazer o outro acreditar que você age de uma determinada maneira quando, na verdade, age de outra! Portanto, o grande problema da traição não é exatamente com quem você está ou não, quem você beija ou com quem você transa, mas, sim, o fato de estar mentindo e enganando algum ou alguns dos envolvidos nessa trama amorosa.

Pra esclarecer melhor a minha teoria, vou contar o que sempre digo a um amigo que defende a traição. Ele é casado e sai com outras mulheres. Dependendo do caso, chega a ficar longos meses com a mesma mulher, embora mantenha sua vida amorosa com a esposa e dê escapadas extraconjugais e extra-amante fixa.

Ao abordarmos o assunto, sempre deixo claro que não concordo com a atitude dele. E ele argumenta: essas relações paralelas são apenas diversão, e terminam fazendo bem à minha relação. Fico mais tranqüilo e mais carinhoso com a minha mulher!

Pois muito bem! Como não quero entrar no mérito da questão, abordando detalhes do relacionamento dele, procuro ser prática e objetiva: se você está sendo sincero comigo e realmente acredita que não há nada de errado em manter relações paralelas, então, por que precisa mentir para sua esposa? Diga isso a ela, defenda a sua teoria e explique por que age dessa forma. Convença-a dos benefícios e seja verdadeiro. Ao menos, assim, ela saberá quem você é realmente e poderá escolher se quer continuar com você ou não!

Mas vou um pouco adiante! Além disso, se você realmente acredita que esse tipo de comportamento faz bem à relação, então, suponho que não se importaria se ela fizesse o mesmo. Ou seja, se saísse com outros homens para se divertir, tornando-se mais tranqüila e carinhosa com você!.

Mas, estranhamente, ele sempre retruca: De jeito nenhum! Se descobrir que ela me trai, está tudo acabado!. E, assim, sinto-me ainda mais propensa a reafirmar: o que mais importa numa relação não é o fato de jamais ter cometido um erro ou jamais ter magoado o outro. Isso, sim, é inevitável, considerando o grau de envolvimento, entrega e intimidade que permeia um relacionamento amoroso.

O que mais importa é a coerência entre o que você diz e o que faz. É o nível de verdade que existe naquilo que você está se propondo a viver. É o comprometimento que cada um dos envolvidos tem com cada detalhe desta importante escolha, que é dividir sua vida com outra pessoa!

Portanto, se você está vivendo uma situação dolorosa, sentindo-se traído, tendo descoberto um erro e uma mentira de seu parceiro, acredite: não existe uma resposta certa e uma resposta errada que sirva para todas as relações.

Para decidir se você vai perdoar ou não, se vai continuar ou não nessa relação depois do que aconteceu, sugiro que você se faça algumas perguntas fundamentais e tente responder com o coração, baseando-se naquilo que sente de mais real, de menos contaminado pela raiva ou pela dor que, provavelmente, queima dentro de você!

- Apesar desse erro, o que existe de bom e que vale a pena nesta pessoa e nesta relação?
- Você gostaria de dar a si mesmo a chance de tentar fazer dar certo mais uma vez?
- Quanto você consegue reconhecer de seu nisso tudo. Ou melhor, você também comete erros. Quanto consegue compreender o que o outro fez a partir dessa autopercepção?
- Saiba: você pode conseguir perdoar, mas esquecer só será possível se você vier a sofrer algum tipo de perda de memória que apague esse acontecimento de seu cérebro. Caso contrário, essa lembrança continuará viva como a de qualquer outra ocasião relevante de sua vida. Você vai precisar aprender a lidar com ela!
- Ao fazer um balanço, caso descubra que as dores e as mágoas são bem maiores que o respeito, a admiração e a confiança, pergunte-se: o que você está ganhando ao ficar nesta relação? Porque ninguém fica numa situação onde não esteja ganhando absolutamente nada!

Por fim, lembre-se que toda dor e toda raiva vai amenizar com o tempo e que a lucidez tende a ser maior com o passar dos dias. Então, não aja de modo precipitado e nem seja radical ou implacável consigo ou com o outro. Espere até recuperar-se do choque e, somente então, pense no que quer fazer. No final das contas, a vida –incluindo as maiores dores contidas nela– sempre nos oferece aprendizados incríveis e surpresas impagáveis.

Amor além da vida (Homenagem a LU e seu amado que partiu )

...É a minha história, uma linda história de um amor com um final triste que estou tentando superar...
Em 2008 conheci alguém,começamos um relacionamento...eu não queria me envolver com ele, só que quanto mais eu me afastava mais eu o amava...até que conseguiram nos separar...
Depois de 4 meses ele me escreveu ele tinha sido transferido p/ Lavinia 2 ele estava doente,era uma carta de despedida...orei por ele e graças a deus ele saiu da enfermaria e melhorou...
Depois ficamos juntos e outra pessoa nos separou novamente,
Quando achei que era o fim de tudo ele me procurou de novo,o que eu sentia por ele era
 mais forte que eu...Amar uma pessoa sem nunca ter visto!
Meus pais são evangélicos eu tinha medo que eles descobrissem e foi o que aconteceu...meu pai descobriu ai a casa caiu!Depois ele contou p/ minha mãe que contou p/ meu irmão ai a casa caiu e feio!!!Minha mãe disse que se eu continuasse com ele eu estava no olho da rua... Fui na igreja pois só DEUS poderia me ajudar lá na congregação revela tudo...DEUS falou que eu não entendia o poque de tudo mas futuramente eu iria entender...
Ele me agradecia tanto por DEUS ter me colocado na vida dele, pois nunca ninguém fez o que eu fiz por ele falar de DEUS,dar força,fé, alegria,se preocupar com ele,dar esperança de uma vida melhor e fazer dele uma pesssoa melhor... passei a ser mais que uma mulher p/ ele passei a ser a vida dele.
Ele me pediu p/ visita-lo NEGUEI,falei que nunca tinha colocado meus pés na cadeia e nunca iria colocar, pois essa não era a vida que pedi á DEUS...Não entendia o porque Deus colocou ele no meu caminho...Até que DEUS me deu vários sinais de que eu tinha que falar de DEUS p/ ele e salvar a alma dele...eu era a única que poderia salva-lo...
Fui visita-lo eu não tinha nenhum dinheiro ,as pessoas que estavam comigo no quarto riam de mim achando que eu não  iria conseguir SALVAR ele,que iria mudar ele,no sábado minhas pernas tremiam,estava quase desmaiando até que melhorei finalmente consegui entrar...No domingo li o SALMOS 107 p/ ele,os olhos dele encheu de lágrimas ele disse que não tinha SALVAÇÃO...
Os momentos que passei com ele foram os mais felizes de minha vida pois encontrei nele o amor verdadeiro,carinho,proteção, humildade,paz,alegria,encontrei tudo que precisava...
Fui tratada como rainha no ônibus pois as mulheres dividem conosco o mesmo sofrimento,todas ali passam pela mesma situação...
Deus me mostrou um outro lado da vida que eu não sabia...pois foi com ele que aprendi a ser humilde!
Daí o amor se tornou inseparável...ele já estava preparando as papeladas pro casamento,só bastava eu dizer sim,eu aceitei.
Fizemos muitos planos e quando tudo estava em paz a mãe dele virou contra mim...Até que nos separamos de vez,isso foi em maio de 2010,depois que eu sai da vida dele.
Passado 3 meses ele adoeceu pegou TUBERCULOSE,ele iria sair em dezembro de 2010 e quando foi em outubro faltando 2 meses ele FALECEU
Eu recebi a ultima carta dele em setembro depois ele não me escreveu mais...
A mãe dele não me ligou p/ ir no enterro, vai fazer 7 meses que ele morreu e ela nunca mais me ligou...
No começo,pedia a deus p/ me levar junto com ele pois não conseguia viver sem ele,fiquei com depressão,ele me escreveu 57 cartas de amor e quando eu olhava p/ cartas chorava em cima delas,ele morreu me amando!
Nesses 2 anos juntos fiz 320 poesias p/ ele eu iria entregar quando ele saísse.
Elas ficaram aqui sem ao menos ele ter visto e lido...Ele foi o único que me pediu em casamento,se tornou uma pessoa melhor.
Ele pedi para  não existir mais,mas o nosso amor esta cada dia mais vivo em meu coração...Eu não sei se vou ser feliz novamente mas melhor q ele eu jamais encontrarei...
As histórias de todas que tem alguém preso são diferentes mas a dor,a situação são as mesmas...
Tudo o que eu passei não me arrependo pois valeu apena pois soube o que é ser feliz e ser amada de verdade!!!E por ele eu passaria tudo de novo pois o meu amor por ele é eterno!!!
Ass:Lu.
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha! (1 Coríntios 13)
Como superar a dor de um amor morto... Nas duas últimas semanas, escrevi sobre a dor de um amor não correspondido, sobre a difícil tarefa de abrir mão de um amor que já acabou... E muito me impressionou a quantidade de mensagens que recebi de pessoas me contando sobre o quanto têm sofrido e o quanto têm tentado, sem saber como, superar o desespero e a angústia que essa situação lhes causa! Desde então, tenho mergulhado em mim mesma a fim de encontrar palavras que possam servir de guia, uma espécie de mão amiga para aqueles que se sentem atolados (e quase todos nós já nos sentimos assim alguma vez na vida!), perdidos e afogados numa dor que parece não ter fim... A dor de um amor que morre, seja lenta ou rapidamente, sempre parece nos deixar sem chão, sem rumo, sem forças para levantar de um tombo que nos recusamos a acreditar que levamos! Mas tenho insistido no fato de que é possível renascer, superar, recomeçar e amar novamente... Por conta disso, muitas pessoas terminam achando que estou insinuando que isso seja fácil! Mas de forma alguma quero dizer isso! Sei, por experiência própria, o quanto é difícil, o quanto essa dor se torna insuportável em alguns momentos e o quanto nos sentimos frágeis e desarmados para superar tamanha sensação de perda... Portanto, vou tentar descrever agora de que forma acredito que podemos transcender a dor para renascermos mais fortes, mais maduros, mais inteiros e ainda mais preparados para um novo amor. Creio que o primeiro passo seja querer isso, de verdade! De nada nos adianta ou ajuda continuarmos tendo atitudes que nos prendam à situação dolorosa, à pessoa que não quer mais estar ao nosso lado, a uma relação que já secou, cuja raiz já foi arrancada... Ou seja, precisamos decidir, internamente, que não queremos mais essa dor! Mesmo que ainda falemos com a pessoa, mesmo que tenhamos de vê-la, precisamos desatar os nós, conscientemente, cortando a ilusão de que algo poderá mudar! Ninguém muda da noite para o dia, ninguém passa a amar ou deixa de amar da noite para o dia! Da mesma forma que precisamos iniciar um relacionamento aos poucos para que ele cresça e se torne amor, também precisamos fazer isso para acabar com ele. E quando um dos dois vai embora, não quer mais, o outro precisa deixar de alimentar o que sente, para que, enfim, pare de doer! Mas o que mais quero descrever aqui é como transcender a dor. A dor é como um túnel que surge em nossa estrada, no caminho de nossas vidas. Não há outra alternativa, não há nenhuma outra saída. É por esse túnel que teremos de passar, para chegar ao outro lado... É uma oportunidade que a vida nos dá para que aprendamos algumas coisas muito importantes, para que cresçamos, para que compreendamos algumas questões que, por algum motivo muito pessoal, não estamos conseguindo compreender sem ela... Pensei numa metáfora que pudesse esclarecer melhor como podemos superar essa dor. E me veio a seguinte: imaginem que tenhamos quebrado uma perna. Dói muito e, em seguida, não conseguimos mais andar... Não há outra saída; temos de ir ao hospital, temos de engessar essa perna e nos manter em repouso, recolhidos e em recuperação por um tempo. Dependendo da gravidade da ruptura, esse tempo é maior ou menor... Assim também acontece com a dor do amor. No entanto, como estamos sempre tentando evitar esse tipo de dor a qualquer custo, passamos a agir como se ela não existisse, na esperança de que essa decisão nos prive de senti-la. E assim, a única coisa que conseguimos é estendê-la ainda mais, aumentá-la ainda mais, cultivá-la dentro da gente por um tempo muito mais longo, tornando-a mais intensa e mais enraizada à medida que a renegamos e fingimos que ela não existe! É o seu coração que quebrou! Faça como faria com sua perna quebrada. Assim como o osso vai colar, também o seu coração vai se recuperar! Mas para que isso possa acontecer, você precisa se dar um tempo. Não fugindo, mas entregando-se à dor, entrando em contato com ela, doendo até o fim, porque enquanto você não doer a dor que há para ser doída, ela continuará latejando em sua alma, queimando você por dentro e infectando todo o seu coração... Assim como aconteceria com a sua perna caso você decidisse fingir que ela não está quebrada, se insistisse em andar como se nada tivesse acontecido! Essa é a única maneira de superar a dor! Doendo, chorando, sofrendo... E você poderia se perguntar: mas até quando?!? O tempo necessário, o suficiente! Você sentirá, você saberá, porque você tem um objetivo: senti-la até o fim, esgotá-la para que possa absorver todo o aprendizado que chega com ela! E quando você sentir que ela está insuportável, peça ajuda! Chame um amigo, escreva essa dor no papel, tornando-a externa, colocando-a para fora de você, mas de forma consciente, conseguindo colocá-la diante de você e olhar para ela! Faça uma terapia para tentar compreendê-la mais facilmente! Leia um livro que fale sobre sentimentos e o quanto podemos aprender com eles! Enfim, faça qualquer coisa para aliviar a sensação de insuperabilidade, desde que não seja uma fuga, desde que você não aja como se ela não existisse, porque ninguém dói à toa, sem uma razão que o valha! Desta forma, tenho certeza de que ela acaba. Nada é para sempre quando não queremos que seja! Nem a dor, a menos que optemos por viver ignorando-a. Talvez ela deixe cicatrizes, lembranças desagradáveis, mas depois de sentida, vivenciada e esgotada, o coração volta a ser fértil, abre espaço para uma nova oportunidade de amar... E assim é a vida: noite e dia, tristeza e alegria, amor e dor, num constante movimento de nascer e morrer, garantindo a reciclagem e a evolução de todos nós... E repito: não é fácil, nem um pouco fácil! Mas é possível e só depende de nossas escolhas, de nossos objetivos e do quanto conseguimos compreender que a dor faz parte, que ela é uma grande mestra... Sem ela, nos acomodaríamos e nos acostumaríamos com tudo o que é triste, feio e inútil. É a dor que nos impulsiona em busca do amor inteiro, verdadeiro, maior!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

GRAMÁTICA

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Guerreiras

Guerreiras

Todas guerreira ja ficou com medo de entrar em combate.
...
Todas guerreira já perdeu a fé no futuro.
Todas guerreira já trilhou um caminho que não era dela.
Todas guerreira já sofreu por bobagens.
...
Todas guerreiras já achou que não era guerreira.
Todas guerreira já falhou em suas obrigações.
Todas guerreiras já disse "SIM" quando queria dizer "NÃO".
Todas guerreiras já feriu alguém que amava.
Por isso é uma guerreira; Porque passou por estes desafios, e não perdeu a esperança de ser melhor do que era.



Quem desejou para mim o pior dos caminhos
Hoje caminha sozinho pra nenhum lugar
Quem me rogou tanta praga e fez tanta intriga
Tem no lugar do sorriso, um eterno chorar
Tudo que se faz aqui, aqui mesmo se paga
Tenho pedido bastante pra nosso Senhor
Pra iluminar sua estrada
Pra renascer esperanças
Nos olhos dessa criança
Que foi meu amor
Olha a vida como é linda
Arranca do peito a mágoa e a solidão
Olha a vida como é linda
Arranja um pouco de paz no seu coração
aas verdαdeiras sαõ αquelas que nαõ se escondem nuncα, hαjα o que houver, estαõ sempre ali, prα tee ajudαr quαndo voocê mαis precisα, vou sempre te defeender, quαndo αlguém nαõ querer o seeu beem, vou te levαntαr, quαndo voocê nαõ tiveer mαiis forçαs pαrα prosseguir, o tempo mostrα quem é quem, sempre foi assim, os que permαnecem, teem muuito mαiis vαloor pαrα mim, comigo, voocê pode contαr sempre, não importa que nos conhecemos a pouco tempo, mais vooç já tem um lugar reservado no meu coração, e pode sempre, sempre conta comigo, para o que der e vier!
tee amo mto